Mais uma razão para se ter um iPhone.
iAno, um software que simula um mini-teclado na tela sensível ao toque do iPhone.
Informações do site oficial.
Teclado completo com 4 oitavas.
Até 5 teclas podem ser pressionadas ao mesmo tempo.
Sons realistas e teclas animadas no momento do toque.
É um pouco limitado, está certo, afinal você não vê o teclado inteiro e no piano dá pra tocar com os dez dedos (raios, creio que com piano você usa até os pés), mas como pode ver pelo vídeo estas limitações são apenas um estímulo para a criatividade e também é fácil notar que muitas músicas não exigem um teclado inteiro.
Caso queira ter acesso a mais teclas ao mesmo tempo basta colocar vários iPhones lado a lado, se você puder, é claro.
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quarta-feira, fevereiro 20, 2008
iAno - toque piano no iPhone
Labels: apple, video of the week
sábado, fevereiro 16, 2008
Enfrentando o fogo

Não foi a primeira vez que eu vi uma cena dessas, porém, existem certas coisas que nunca deixam de nos surpreender.
Durante a minha estadia como aluno da turma 03 do curso de Imagem e Som na UFSCar presenciei diversos baques.
O maior deles é claro foi o golpe sujo entre alguns professores invejosos do departamento que culminou no afastamento da melhor professora de direção que aquela faculdade já teve, Lina Chamie.
Por curiosidade eu havia freqüentado um curso de roteiro e direção dois anos antes de ingressar na UFSCar e a Lina (que deu duas aulas neste workshop) foi quem me fez propaganda do curso. Na época eu acreditava que só o Curso Superior do Audiovisual (da USP) prestava, porém as aulas dela foram tão boas que resolvi dar uma chance para a UFSCar. Ironia do destino, foi justamente por suas aulas serem boas demais que integrantes do departamento, movidos por motivos mesquinhos, fizeram de tudo para afastá-la.
Outro baque foi o incêndio das ilhas de edição, não me lembro exatamente quando ocorreu, se foi em 2004 ou 2005.
Deste incêndio, dois bravos combatentes sobreviveram para contar a história, dois Mac's G4. O fogo foi apagado e no meio da sucata estavam os dois, ali, resistindo, sujos e machucados, mas vivos.
Demonstrando que mesmo que a vida lhe pregue algumas peças, que você tome algumas pancadas, ainda existe alguma coisa em que se agarrar, algo no qual confiar. E os dois G4 continuaram sendo usados para editar os trabalhos finais até o ano da minha conclusão de curso, e é bem provável que continuem por lá, mostrando serviço.
Foi disso que me lembrei quando li a história desse iMac que pegou fogo. Em meio às chamas, perdeu sua pintura, teve sua tela arruinada e provavelmente ele mesmo tenha pegado fogo por alguns instantes.
Seus antigos donos só queriam os dados armazenados e depois se desfizeram da máquina.
O técnico que o recebeu mostrou respeito e reverencia acreditando se tratar de um cadáver, qual não foi sua surpresa quando o bravo iMac ligou, tossiu um pouco exalando a fuligem e as cinzas de sua última inspiração e logo reconheceu a rede interna da loja, como uma fênix surgindo das cinzas pronta para pegar seus emails.
Ah, como eu queria que houvessem mais pessoas confiáveis como esses Macs, como eu queria poder me levantar assim dos meus contratempos.
E como eu queria que existissem mais professores como a Lina.



Labels: apple
quinta-feira, agosto 30, 2007
Think Different
Estava lendo um artigo sobre o nível de detalhes nos ícones do Mac OSX 10.5, o que antes eram letrinhas ilegíveis no ícone do Editor de Texto do Mac se transformou num trecho daquela linda campanha "Think Different".
Como estava com saudades desse texto resolvi postá-lo aqui.
"Here’s to the crazy ones.
The misfits.
The rebels.
The troublemakers.
The round pegs in the square holes.
The ones who see things differently.
They’re not fond of rules.
And they have no respect for the status quo.
You can praise them, disagree with them, quote them,
disbelieve them, glorify or vilify them.
About the only thing you can’t do is ignore them.
Because they change things.
They invent. They imagine. They heal.
They explore. They create. They inspire.
They push the human race forward.
Maybe they have to be crazy.
How else can you stare at an empty canvas and see a work of art?
Or sit in silence and hear a song that’s never been written?
Or gaze at a red planet and see a laboratory on wheels?
We make tools for these kinds of people.
While some see them as the crazy ones,
we see genius.
Because the people who are crazy enough to think
they can change the world, are the ones who do."
